A Escola Estadual de Ensino Médio Dom Antônio Zattera, está inserida junto ao CASE - Centro d

UM POUCO DA NOSSA ESCOLA



A Escola Estadual de Ensino Fundamental Dom Antônio Zattera, está inserida junto ao CASE - Centro de Atendimento Sócio-Educativo Regional de Pelotas/FASE-Fundação de Atendimento SócioEducativo, situado à Rua Cristovão José dos Santos nº 50, Bairro Três Vendas– Pelotas-RS. Atende adolescentes privados de liberdade que cumprem medidas sócioeducativas.
Objetivos da escola :
* Proporcionar uma educação como parte da formação humana não tendo apenas como fim o estudo, mas a transformação pessoal e social.
* Construir o conhecimento através de um processo dialógico, usando diversas linguagens, construindo e reconstruindo, interagindo individual e coletivamente.
* Construir conhecimentos significativos a partir da reflexão, problematização da realidade e da busca de soluções.
* Possibilitar a socialização do educando através do convívio com diferentes segmentos da Escola, CASE e da sociedade.
* Oportunizar cursos e exames oferecidos pelo sistema para acelerar os estudos, desenvolver competências para a preparação do trabalho e para a cidadania.
* Proporcionar participação nas manifestações culturais para expressão de sentimentos, da criatividade, sensibilidade e mais humanização.
* Despertar o gosto para se aprender ao longo de toda a vida, ou seja, exercitar a capacidade de aprender a aprender.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Debate visto de dentro

O que jovens da Fase pensam sobre a redução da maioridade penal

O projeto será votado nesta terça-feira pela Câmara dos Deputados

http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/proa/noticia/2015/06/o-que-jovens-da-fase-pensam-sobre-a-reducao-da-maioridade-penal-4789948.html
SÉRIE: CONVERSANDO COM...

Conversando com Elizabeth Miller de Souza supervisora educacional da
 Escola Estadual de Ensino Médio Dom Antônio Zattera

1     1. Professora Beth,  sabemos que a senhora tem uma rica trajetória junto à educação pública no nosso estado. A senhora poderia nos contar um pouco de sua vida como educadora, dos cargos que ocupou e das escolas em que trabalhou?
- Ingressei no Magistério Público Estadual em abril de 1978, com um contrato nas séries iniciais do Ensino Fundamental, visto que ainda cursava Pedagogia-Habilitação em Supervisão Escolar. Fui designada para a E.E. de Ensino Fundamental Dr. Armando Fagundes, situada à Rua Cruz Seco, 239, Vila Gotuzzo, onde permaneci por 23 anos. Comecei dando aula para uma turma de 2ª série do Ensino Fundamental. Após três meses, a diretora da Escola, Profª Selma Ferreira, encaminhou-me  para a função de Supervisora Escolar. Concursada, assumi a vice-direção da referida Escola. Lá conheci a verdadeira amizade, companheirismo, competência e união com as Professoras Wania Gonçalves, Izola Peluffo, Rosi Godói, Marisa Victoria, Joana Porto, entre outras. Com a aposentadoria da diretora, assumi a Direção da Escola ficando no cargo por 16 anos. Nesse período, em conjunto com a comunidade escolar, realizei a passagem de nossa escola para Escola de Ensino Fundamental Completo, pois ela só tinha autorização para funcionamento até a 5ª Série do Ensino Fundamental.
Ali casei e tive meus filhos, sempre trabalhando 40 horas. Saí em 2002 para assumir a Direção do I.E.E. Assis Brasil, onde fui eleita por dois mandatos. Nessa Escola, também atuei na Supervisão dos Cursos EJA, Médio, Normal, Séries Iniciais e Supervisão de Estágio.
Em 2008, fui convidada para trabalhar no Departamento Pedagógico da 5ª CRE. Em 2010, me aposentei de uma matrícula, mas permaneci como Especialista em Educação. Com o convite do Diretor Alder Castagno, em 2011, assumi a Supervisão Escolar da E.E.E.M. Nossa Senhora de Lourdes, onde atuei até fevereiro de 2015 quando, a convite de minha Diretora atual, Profa. Lia, assumi novo desafio em minha vida pessoal e profissional: trabalhar com adolescentes privados de liberdade que cumprem medidas sócio-educativas.
De todos os espaços por que passei, hoje, tenho somente lembranças positivas, aprendizados, amizades e respeito, enfim, “plena realização docente”.

       2) Ao longo desses anos, como professora da rede pública estadual, quais foram seus maiores desafios?
- Foram muitos, mas como sempre trabalhei com equipes que acreditavam na Educação, muitos desafios foram vencidos, tais como:
- Transformar uma Escola de Ensino Fundamental Incompleto em Escola de Ensino Fundamental Completo; substituir todas as salas Brizoletas por alvenaria; criação de uma Classe Especial. E, onde era um matagal, no fundo da escola, com a ajuda da comunidade local, construímos uma quadra de esportes completa.
- Q.P.E.: Momento terrível em que tive que entregar 13 fonos de desligamento de professores. Todavia, por nossa luta, dia após dia, todos retornaram. Para minha satisfação, alguns que vieram de outras escolas não quiseram sair, pois gostaram da escola e de seu ambiente.
- Outro desafio foi assumir a direção da maior escola da 5ª. CRE, o I. E. Assis Brasil, com 4.000 alunos e várias modalidades de ensino. Novamente, uma super equipe me ajudou na tarefa, mas não posso furtar-me de lembrar o nome de duas colegas: Gilda Maria Brizolara Domingues e Maria Francisca.
- Já na 5ª. CRE, sempre me coloquei no lugar dos diretores, pois não poderia negar todo o meu passado. Lá encontrei uma pessoa muito especial, com quem trabalhava em parceria total e com quem aprendi muito: minha amiga Profª Jossiane Fenalti.
-No “Lourdinha” foi um trabalho muito bom, uma escola pequena, onde também tive a felicidade de conhecer a nossa querida Orientadora Educacional, Profª Suzana Correa. Nossa sintonia foi imediata. Muito trabalho para implantar o E. M. Politécnico, mas com o olhar do nosso Diretor Alder, tudo fluiu.
Em todos os espaços, muita dificuldade de R.H., falta de verbas e espaço físico, além de estrutura inadequada, principalmente a falta de investimentos e interesse de nossos governantes para com a Educação.

   3)   Escutarmos, com freqüência, um discurso de insatisfação em relação à educação. Ainda é possível acreditar na educação pública do nosso estado?
- Acredito que minhas respostas dos itens 01 e 02 já dizem tudo. Um país precisa de cidadãos críticos, capazes de promover a justiça social. Como disse Paulo Freire: Educação para a mudança, para a autonomia e para a liberdade. Sim, acredito que um dia políticos e sociedade vão perceber que a Educação é o maior investimento de uma nação séria.

      4)   Com relação à nossa escola, quais são os maiores desafios e metas?
- Trabalhar com base em uma educação democrática e humanística, contribuindo para a reintegração e reinserção do educando na sociedade, auxiliando o desenvolvimento da prática de valores morais e éticos.
Assegurar aos adolescentes e jovens em conflito com a lei, oportunidade de progredirem em seu itinerário escolar, trabalhar a área da espiritualidade, não como uma religião  específica, mas desenvolvendo cidadania, por sermos sensíveis ao que há de nobre no ser humano, que é a ética. Ética como parte da filosofia, dedicada aos estudos dos valores morais.
Não esquecendo que temos um educando em conflito com a lei, sob nossa responsabilidade, mas acreditar que é possível modificar esse adolescente. A prática começa por todos nós.
Buscar encontros de qualificação em serviço. Formação continuada. E termos claro a nossa responsabilidade diante do Ministério Público e Juizado da Infância e Juventude, assim como promover um trabalho integrado entre CASE e Escola.

   5)      Repetência, evasão, distorção idade/série, taxa de escolarização abaixo da desejada, tudo isso ainda é problema? Há como resolvê-los?
- Sim, no momento em que nossos governantes e a sociedade olharem a Educação como prioridade. Que possamos ter uma escola atrativa, equipada e RH recebendo o que é de direito, com dedicação exclusiva em uma única escola.

   6)      A criminalidade entre jovens atinge nossa sociedade de maneira cruel. Alguma sugestão de como resolver essa calamidade?
- Uma escola em que o aluno tenha prazer em permanecer, com ginásio para atividades esportivas, laboratórios de informática, salas de aulas equipadas, biblioteca funcionando em tempo integral, atividades lúdicas (xadrez, teatro e outras) e, o mais importante, “professores respeitados” pelos governos (recebendo o Piso Salarial do Magistério).


terça-feira, 23 de junho de 2015

SÉRIE: CONVERSANDO COM...


Conversando com a professora MARIA RAINÉLIA ALFONSO diretora da Escola Estadual de Ensino Médio Dom Antônio Zattera

1) Profª Lia, a senhora poderia apresentar-se? Gostaríamos de saber sua história junto à educação, sua formação, os cargos que ocupou e as escolas em que trabalhou. 

Com 17 (dezessete) anos, ingressei no Magistério e fui lotada numa Escola Municipal, localizada no 
interior do Município onde morava. Sertão (Passo Fundo) - RS 

Na época tínhamos que desenvolver três disciplinas diariamente onde o Diário do Professor era 
retratado fielmente por um dos alunos diariamente. Tínhamos também a incumbência de prepararmos a merenda e, ainda, responsáveis pela limpeza da Escola. 

Lembro saudosamente, de vários afilhados que recebi dentre os alunos. Hoje certamente são pais e 
possivelmente avós, assim como eu o sou! Há pouco tempo recebi o convite de casamento da mais jovem  afilhada. Guardo-os todos com muito carinho em minhas lembranças e orações. 

Ao visitar uma das Escolas tempos atrás, disse-me uma das mães: - Temos saudades das festas que tu 
organizavas... (“Dia das Mães, dos Pais, das Crianças, Festas Juninas etc... etc...) 
Sim. Sempre fui muito festeira. E as famílias eram muito unidas. No interior, a Escola tinha um lugar 
de destaque – Era o Padre que vinha aos Domingos, e a Professora que muitas vezes estava com todos na Igreja  nos fins de semana. Foram muitas as alegrias que vivi nesta época. 
Porém, decidi terminar o Ensino Médio e tinha a intenção de Cursar uma Faculdade. Por isso, deixei
minhas atividades nas Escolas do Interior e fui removida para a Sede. 
Em seguida veio o casamento, transferência de cidade e a oportunidade de realizar minha Graduação. 
Escolhi o Curso de Letras. Amei. Fiz estágio em escola Pública Estadual, novo ambiente, também, era outra  cidade. Muitas novidades. Fui muito bem. 
A vida reservou-me muitas surpresas. Tristes e alegres. Hoje sei que todas me ajudaram crescer como  ser humano e como profissional. 
Já em Pelotas, ano de 1995, fui aprovada no Concurso Estadual. Nomeada, percebi que precisava 
estudar. Escolhi o Curso de Pedagogia,  que me habilitou em Orientadora Educacional e Professora de Séries  Iniciais, além, obviamente de Professora de Ensino Médio de algumas Disciplinas. 
Agora já tinha uma carga horária de 40h semanais. No final do primeiro ano de trabalho recebi o 
destaque de Professora Homenageada. Nos anoseguintes Professora Paraninfa, Professora Conselheira de  Turmas. Sempre me disponibilizei para participar do CPMs e dos Conselhos Escolares das Escolas onde trabalhei. Considero-me participativa e ativa nestes ambientes. 
Percebo que minha caminhada de Professora está marcada fortemente pela presença carinhosa dos 
alunos, pais e colegas. Isto é gratificante.

Agradeço os espaços das Escolas: Santo Antônio (dois anos); Escola Nossa Senhora Aparecida (um ano) e Escola Coronel Pedro Osório que foi onde mais estive ( mais de dez anos)

2.Como foi sua experiência anterior junto ao CASE – Pelotas? 

Uma oportunidade fantástica. Aconteceu no melhor momento da minha vida de Professora. Queria 
novos desafios. Esta Escola tem muitos. A cada dia um novo desafio. Porém, a cada dia muitas situações com novas aprendizagens. Estas são os impulsos, são os fluídos necessários para o nosso “fazer pedagógico” mostrar-se  capaz e efetivamente enriquecedor aos nossos aprendentes. Foram oito anos de dedicação e aprendizagens. 

3) Como a senhora entende a educação junto aos jovens internos nos Centros de Atendimento Sócio Educativos? 

Além, do cumprimento Legal, uma necessidade pontual. Muitos jovens não se escolarizaram por 
razões diversas, e chegam nesta Escola com todas  as lacunas de aprendizagens para serem trabalhadas. 
Verbalizam que deixaram de estudar porque  “NÃO” gostam de estudar.  Alguns, sequer sabem o nome das Escolas que freqüentaram... Muitos, não lembram o nome de suas professoras... 
Entendo que é uma necessidade primordial a existência da Escola nestes espaços, pois, “Ela”, garante de forma efetiva as aprendizagens necessárias para  sua escolarização e, ainda, diferentes situações para melhor compreenderem  as oportunidades que lhes são apresentadas para que mudem os rumos de suas vidas.

4) Quais as principais dificuldades e desafios de uma escola que atua junto a um CASE?

     A falta do reconhecimento público sobre a importância das atividades pedagógicas que devem ser 
desenvolvidas nestes espaços. O desrespeito pelas estruturas físicas que deixam de ser realizadas para que se tenha melhores condições de trabalho. A NÃO valorização do quadro de profissionais que atuam nestas Escolas. As especificidades destas Escolas são inúmeras, porém, tem o mesmo tratamento das demais ...

5) Para a senhora, como os alunos vêem nossa escola? 

Muitos deles na entrevista, dizem que só vem à Escola por que são obrigados. No entanto, depois de 
algum tempo, vejo-os entusiasmados, receptivos e desejosos em ali estar. A prova disso,está na forma do atendimento das propostas feitas pelos professores, no cuidado com seu material, nos pedidos de novos desafios, e ainda, na solicitação do endereço de Escolas que sejam como a nossa.

6) A educação formal, na vida de um jovem em atendimento sócio educativo, é mero formalismo ou realmente permite a transformação em suas vidas? 

Não percebo assim. Considero necessária para oportunizar  o crescimento intelectual, cultural e acima de tudo o crescimento moral que lhes dará a possibilidade de mudança em suas trajetórias de vida.

7) Considerando sua trajetória junto a esta escola, seria possível traçar causas da criminalidade de jovens e sugerir soluções para esse problema? 

O despreparo das pessoas para assumirem  estes filhos. O descompromisso destas pessoas para com a prole. A falta de limite dos filhos, a falta de referência , leva-os às ruas, e esta lhes dá autonomia, 
empoderamento e liberdade, como conseqüência a vulnerabilidade social, violência, drogadição e crime. 
Sou otimista. Acredito piamente que temos uma saída positiva para  estas questões de criminalidade. 
Investir na criança para que ela seja um adulto responsável, capaz, feliz!Só assim, teremos um retrocesso possível de criminalidade. Investir na criança para ter um adolescente ajustado e um adulto responsável.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Você é cúmplice da mediocridade geral ou guerreiro em luta pelas conquistas individuais?

                                                                                                              Walmor Santos

Por que temos 75% de analfabetos funcionais no Brasil?
E um dos piores índices no Teste Pisa, ficando atrás de países da África subsaariana e outros infinitamente menores ante a economia mundial?

Temos no Brasil praticamente 3 línguas portuguesas, sem contar os dialetos locais: temos o Português coloquial, o formal e a escrita natural, que para a maioria, ainda é melhor do que a fala e muito inferior a escrita formal.

Qual a certa? Isso não tem importância alguma.

Porém, a leitura, que é a melhor forma de aprender a Língua, por que tão é maltratada na escola? Por que se arranja tantas desculpas para não ter um projeto verdadeiro, consistente e permanente?

Em vez de ensinar a ler, ensina-se a gramática com todas as suas regras e exceções.

Ora, duvido que alguém aprenda a gramática e a aplique sem antes aprender a ler; Agora, quem sabe ler, ao entrar em contato com a gramática, entenderá o que faz;

Porém a leitura, na maioria das escolas, é um evento sazonal, que muitos professores sequer tem interesse em participar. Alguns poucos, quase se matam para fazer algo e sofrem enorme resistência dos colegas, que sequer compreendem a leitura como ferramenta essencial à compreensão de seu ensinar.

Além disso, as chamadas leituras obrigatórias mais afastam o aluno, que mal sabe ler, da leitura prazerosa e emocionante, que se faz transformadora.

Se considerarmos que quase 90% dos alunos não completarão o Ensino Superior... Se considerarmos que poucos estarão nas Letras... pergunto: que interesse pode ter para a vida prática essas leituras obrigatórias, tratando de temas desatualizados, escolas literárias inúteis etc? Por que a leitura não se faz com temas relevantes ao momento dos jovens, em linguagem compreensível a eles, que ainda mal dominam essa Língua que, para uns, é de bárbaros, e para outros, lindíssima, poética e de tão múltiplos significados?

O mesmo acontece com o estudo das chamadas "Exatas".
Com essa imensa maioria de estudantes que não chegarão à Faculdade, pergunto: para que serve o estudo da Física, Química e Biologia, se apenas 2% do que se estuda aplica-se à vida real? E se 64% de tudo o que foi estudado no Ensino Fundamental e Médio não foi apreendido pelos alunos? E se para todas as profissões, hoje, tem softwares específicos?
               
Entenda-se: 66% dos professores não gostam de ler. Muitos alegam que não leem por falta de tempo, de dinheiro etc. Mas quem gosta de ler supera todas as dificuldades e o faz.
Quem menos lê no país sãos os adultos.

Por que quase a unanimidades das crianças adoram ler? Por que esse gosto começa a agonizar mais ou menos pelo 5º ano? Por que somente 1% dos alunos ao final do Ensino Médio gostam de ler? Por que 50% dos alunos do Ensino Superior também são considerados analfabetos funcionais?

Temos muitos bacharéis, mestres e doutores, competentes em suas áreas de atuação, que escrevem mal e com textos por vezes ininteligíveis. Na dúvida, consultem editores que recebem originais para publicação.

O que se pode fazer para mudar isso?

Eu não tenho a menor dúvida: ler o ano inteiro; ler livros com temas provocantes e prazerosos, atualizados; Ler com o envolvimento de todos os professores, de funcionários, de alunos e principalmente trazendo os pais para a leitura. Para quem acha que é utopia, temos muitas escolas, inclusive públicas, que já fazem assim.
               
E ler com recriação livre, com debates sobre o fazer literário, sobre os temas e ensinando a ver a transversalidade do texto; ler mostrando que a fonte do enriquecimento emocional - que justifica a vida - vem da leitura das diferentes manifestações artísticas. Ler, mostrando que os sonhos, que dão sentido à vida, vem das emoções conquistadas e da sensibilidade desenvolvida,

Podemos optar, escola por escola, professor por professor, pai por pai, aluno por aluno - governantes, ah, os deixem de lado - a "vida de gado, povo marcado, povo feliz" ou "tudo o que um homem imaginar, outro criará". Frase de dois artistas: um músico e um escritor.

Qual a sua opção?

                       Felicidades,
                       Walmor Santos